Ontem pude participar de uma cerimônia de casamento, que foi
muito linda por sinal. Cerimônias de casamento são ótimas não somente para os
noivos como também para os casados convidados. Reafirmamos nossos votos,
pensamos em como foram nossos primeiros dias de casados,... e muitas outras
situações em que passamos até o presente momento.
Dentre muitos outros pensamentos minha mente divagou sobre as
palavras de Cristo de que um homem e mulher devem ser considerados “uma só
carne”, um único organismo (palavras sempre ditas ao final da cerimônia). E o
mais interessante nisso é que se pararmos para pensar Ele estava constatando um
fato e não um mero sentimento – se pudéssemos comparar, nós diríamos que seria
o mesmo que a fechadura e a chave são um só mecanismo, ou que o violino e o
arco são um só instrumento musical. Isso quer dizer que o Criador da maquinaria
humana fez as duas metades o masculino e
o feminino para combinarem não simplesmente no nível sexual, mas totalmente.
Aí entra outro detalhe importante, sobre a monstruosidade do
relacionamento sexual fora do casamento, àqueles que cedem a um desejo estão
acabando por isolar um tipo de união (que é a sexual) de todos os outros tipos
que Deus fez para acompanhar a união total. Quer dizer que estes não deveriam isolar este
prazer buscando-o apenas para si mesmo, da mesma forma que não devemos buscar
os prazeres do paladar... sem engolir e digerir, apenas mastigando os alimentos
e vomitando-os. Para estes não importa se um homem se deita com uma mulher, e
nem se eles gostam um do outro ou não. O que importa é que esse ato trará uma
relação transcendente permanente entre eles, a qual será "eternamente" desfrutada
ou "eternamente" suportada.
"Senhor, amo muito a Sua forma criativa, perfeita, sem falhas. Que os meus votos em tríplice aliança contigo possam ser renovados diariamente, mesmo na circunstâncias das quais eu me encontro, longe geograficamente do meu esposo durante a semana. Suplico que me leve de volta para perto dele, onde é o meu lugar. Amém!"